PAPITO: UM HOMEM TRABALHADOR.
Depois que voltei a trabalhar com meu pai, percebi o quanto é necessário que eu, e a Taty, estejamos com ele em seu comércio. Contudo, só foi possível trabalhar no açougue porque, tenho a ajuda do Mundinho no bar. Agora, está aceitando cartão de crédito no açougue, e com isso, vai melhorar as vendas, estou com várias idéias para por em prática.
Uma das coisas mais importantes para qualquer tipo de comércio é entender o produto, entender da mercadoria que se quer vender, tem que saber divulgar bem os seus produtos, é tratar bem todos que se dirigem ao seu comércio, tem que criar um vínculo de fidelidade com seus clientes.
Meu pai trabalha com carnes a quarenta e quatro anos, só em Salvador, são trinta e três anos. Ele é bastante conhecido no bairro de Itapuã, quer dizer, vários tios meus, pois, quase todos (só não um), trabalham no “Mercado Municipal de Itapuã”, na área de carnes, e no comercio de bebidas, e alimentação. Na verdade, quase todos os meus parentes são envolvidos com algum tipo de comércio, vendem alguma coisa, ser comerciante, autônomo, é uma tradição familiar. São poucos os que têm nível superior.
Para poder tentar uma carreira de nível superior, preciso, organizar os dois comércios da família, tenho que ter tempo disponível para estudar. Quando terminei o segundo grau, resolvi, juntamente com minha mãe, vender acarajé em Aracaju em 1999, infelizmente, não deu certo.
Preciso trabalhar muito para poder realizar meus sonhos, para colocar as minhas idéias em prática, com toda certeza, muitos deles, não poderão se tornar realidade sem dinheiro.
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